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Mostrando postagens de 2009

Doces Recordações de um Natal do passado

Posso dizer com certeza que os natais do passado na familia Voltz eram por demais concorridos, tinhamos uma grande união familiar em torno da data. Reunidos no núcleo familiar de minha avó Maria e do meu avô Julio Voltz, criava-se momentos de rara beleza em torno das tradições alemãs. Unia-se a nós também o núcleo familiar de minha tia-avó Catarina, irmã de Maria. E além da culinária e ornamentação, esta música sempre me tocou profundamente. Stille Nacht (Noite Feliz, em alemão), com sua letra singela, mas que fazia toda a diferença para aquele que cultiva suas raízes. Acompanhe-me neste vídeo com a voz de Nana Mouskouri.



O Natal na Alemanha

O NATAL NA ALEMANHA


Símbolo: O Tannenbaum, isto é, o Pinheiro de Natal

SAUDAÇÃO:"Frohliche Weihnachten"

COSTUMES E TRADIÇÕES NATALINAS ALEMÃS

São famosas as feiras natalinas alemãs, as chamadas "Christkindlesmarkt", das quais uma das mais famosas é a de Nuremberg, e também a Feira do Menino Jesus, uma das mais antigas e famosas.

Desde cedo em Dezembro até a noite de Natal, o inverno se mistura com um cheirinho de castanhas e nozes assadas, além de um biscoito especial feito de mel, ovos e canela. Receita que as famílias mantém em rígido segredo!

A Alemanha é o país que, segndo se conta, viu nascer a árvore de Natal por volta do século VIII e, como não podia ser de outra maneira, os abetos adornados conquistam praças e lugares em todas as cidades durante o mês de Dezembro.

Santa Claus a domicílio

Turma é uma assocoação de estudantes que há uma década proporciona a visita de Santa Klaus a dezenas de lugares berlinenses. Basta uma chamada telefônica para reservar uma visita d…

160 Anos de Imigração Alemã em Santa Cruz do Sul

“Ninguém pode ser um bom brasileiro, se não honrar sua herança cultural.” Bento Munhoz da Rocha (1905 – 1973), sociólogo, escritor, professor, governador do Paraná e Deputado Federal.

"Niemand kann ein guter Brasilianer sein, der nicht seinem kulturellen Erbe Ehre macht“.  Bento Munhoz da Rocha -  Soziologe, Schriftsteller, Dozent, Staatsgouverneur von Paraná und Bundesabgedorneter.


Neste dia 19 de dezembro queremos lembrar os primeiros imigrantes que deixaram sua Heimat para trás e cheios de esperança se estabeleceram na Colônia Santa Cruz, recém fundada pelo governo do Estado de São Pedro do Rio Grande do Sul. Aqui iniciaram a construção do que viria a ser berço para nele nossas vidas se desenvolverem. A comunidade Regional, sociedade santa-cruzense e a comunidade de Linha Santa Cruz têm muito a lhes agradecer, pois eles frutificaram o solo, constituíram sociedades, construíram igrejas e escolas e assim fundaram nossa vida coletiva.

Também aos seus descendentes, que não se esquece…

Abraço sela a paz entre descendentes

Reportagem interessante que foi publicada no site da zerohora.clicrbs.com.br no dia 24.05.2009 a respeito do Conflito Mucker: Abraço sela a paz entre descendentes dos Mucker e anti-Mucker em Sapiranga Evento realizado por pastores evangélicos ocorreu no Morro Ferrabraz

Uma iniciativa dos pastores evangélicos do Vale do Sinos reuniu neste domingo, no pé do Morro Ferrabraz, em Sapiranga, descendentes das famílias envolvidas no episódio do Massacre dos Mucker, de 1874. Mais do que um ato de reconciliação, da sugestão de um abraço para selar a paz, o encontro registrou um pedido de perdão entre as famílias.

Estavam presentes na cerimônia, Alfredo Gross, um senhor de 85 anos, que perdeu quase toda a família no massacre. Da mesma forma, Eneida Muxfeldt Barboza, cujo pai — Hugo Maurer — trocou de sobrenome para se desvencilhar do preconceito que se tinha com os descendentes de João e Jacobina Maurer.

Por décadas hostilizada, marcada pelo estigma do preconceito, a história dos Mucker e de sua …

Morro Ferrabraz e os Muckers

Localizado ao norte de Sapiranga, é formado por rochas de origem vulcânica e sedimentar. O terreno constitui-se de uma grande elevação, onde predomina a erosão. Sua altitude varia de 581 metros a 634 metros acima do nível do mar, sendo que no centro da cidade a altitude não passa de 50 metros.

Com a necessidade de preservação do Morro Ferrabraz, a lei municipal número 1400/87 colocou-o como patrimônio natural, área especial de interesse histórico e turístico.

Hoje em dia, o Morro é um centro turístico com prática de Vôo Livre. Asas-deltas e paragliders decolam das rampas em busca de emoção. Além disso, o local é propício para a prática de mountain bike. Também na encosta do Ferrabraz foi demarcado o sítio histórico dos Mucker.

Imigração alemã

Antes da emancipação, Sapiranga era considerada o quinto distrito de São Leopoldo. Existia a denominação tradicional do mundo luso, o Padre Eterno. Na época, era comum dar nomes a lugares. Os primeiros imigrantes alemães desembarcaram no Porto das Te…

Necessidades profundas forcaram a imigração alemã

Necessidades profundas fizeram as pessoas deixarem a sua terra no século 19A imigração alemã no Brasil está vivendo momentos históricos. Pela primeira vez em 185 anos de história da imigração no Brasil um Parlamento estadual da Alemanha se ocupa do tema, em sessão solene. Jornal alemão retrata fato histórico em página inteira.


Jacob Voltz Fº (1859) filho de Jacob Voltz e Wilhemine Weber, casou com Catarina Schenkel (1860) filha de Johann Schenkel (1805) e Catharina Kemp (1815), nascidos em Hinzweiler, Rheinland-Pfalz, imigraram para o Brasil em 1861. Eis as raízes da familia Voltz em relação ao estado da Renânia-Palatinado (Rheinland-Pfalz)


O jornal oficial Staatszeitung Rheinland-Pfalz (Jornal Estatal da Renânia-Palatinado) de 31 de agosto de 2009 fez um relato pormenorizado de toda a sessão, de várias horas, que contou com a participação de historiadores e outros especialistas - entre eles, o diretor do Instituto Martius-Staden, de São Paulo, o maior centro de documentação da imigraç…

Sapiranga: terra da rosas

Já tinha falado aqui no blog sobre a cidade das rosas  na Alemanha, agora tá na hora de falar sobre a cidade das rosas no Rio Grande do Sul. A bela cidade de Sapiranga, antigo distrito de São Leopoldo, berço da Imigração Alemã, para onde emigrou o colono Leonhard Volz (deslocou de Picada Rio Cadeia para Padre Eterno, antigo nome de Sapiranga).

A origem do nome é "Araçá-Piranga", uma fruta muito comum na região conhecida como Kraemereck. A simplificação do nome se deu por conta dos primeiros colonos alemães da região, daí a palavra "Sapiranga".
Imigração alemã Antes da emancipação, Sapiranga era considerada o quinto distrito de São Leopoldo. Existia a denominação tradicional do mundo luso, o Padre Eterno. Na época, era comum dar nomes a lugares. Os primeiros imigrantes alemães desembarcaram no Porto das Telhas, em São Leopoldo, no dia 25 de julho de 1824. Desde então, iniciou-se a história dos municípios que rodeiam o Vale dos Sinos. Esses imigrantes receberam lotes de…

Escritora de Novo Hamburgo lança livro romanceado sobre imigração alemã

Liti Belinha Rheinheimer lançará nesta quinta-feira, 01 de outubro, o livro “Casa de Órfãos”, segundo volume da trilogia “O Campanário do Tempo”.

Uma sessão de autógrafos, marcada para as 18h, no Centro de Eventos do Hotel Swan Tower Hotel Novo Hamburgo, RS, marcará a apresentação do novo livro.






Casa de Órfãos, um romance histórico

Neste volume ela aborda, sempre de forma romanceada, o que prende o leitor, a miscigenação das raças no Rio Grande do Sul, a partir da instalação dos alemães na região do Vale do Rio dos Sinos.

Neste volume, a autora fala dos filhos daqueles que vieram da distante Europa. Criados na selva, entre irmãos de várias raças e sangues, já nem mais conhecem a Europa, nem o mar; apenas sabem de suas origens pelos relatos dos pais. A vida na colônia alemã é dura, e o encontro esporádico com pessoas de outros lugares faz com que os grupos sejam muito restritos. Então inicia-se o processo de miscigenação com outras raças.

O lançamento acontece três anos após a apresentação …

Museu Histórico Visconde de São Leopoldo festeja

Dr. Marcos Witt: "A festa dos 100 anos estará garantida"

Museus são locais onde fica guardada a história de uma cidade, de uma região, de um povo. O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, criado em 1959, conta como se formou nossa região que foi construída principalmente pelos imigrantes vindos da Alemanha. Milhares de estudantes visitam o museu todo o ano para conhecer mais sobre o nosso passado.

São Leopoldo, RS - O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, da cidade de São Leopoldo, berço da imigração alemã no RS, comemora 50 anos neste 20 de setembro já projetando seu futuro com a ampliação que prevê praticamente a duplicação do espaço. A nova área construída prevê 823 metros quadrados. Fundado em 1959, museu ganhou uma sala na antiga sede da Unisinos, e, depois, foi para uma casa na Rua Independência, 111 (sede do antigo Clube Riograndense), e desde 1985 está no prédio da Avenida Dom João Becker, 491. O prédio de dois andares, com 860 metros quadrados, ficou pequeno pa…

São José do Hortêncio - RS - II

Panorama da Cidade, obtidos a partir da estrada de acesso pelo lado sul da cidade


Panorama da Cidade, obtidos a partir do morro que circunda a cidade pelo lado norte casa de colono pioneiro, em estilo renano

Novas histórias para a cidade onde o pioneiro Leonhard Volz estabeleceu-se no Rio Grande do Sul.

O município de São José do Hortêncio faz parte da "velha colônia" alemã, e surgiu a partir da "interiorização"  do processo de colonização alemã,  iniciada na Feitoria do Linho Cânhamo, em São Leopoldo, nos idos de 25/07/1824.

Originalmente era conhecida como "Linha Portuguesa"; mais tarde, a ocupação do Vale do Caí avançou melhor pelo outro lado do morro, junto ao Rio Caí, usando como base de apoio o porto de São Sebastião do Caí, que por muito tempo constituiu município-mãe de São José do Hortêncio, até que se emancipou em 1988. 

A cidade ainda preserva características originais, principalmente a de ter uma longa rua principal, que constituía a an…

Veterano da FEB

OS 70 ANOS DA II GUERRA. O olhar gaúcho sobre o conflito. Veterano da Força Expedicionária Brasileira diz que lado humano das nossas tropas pesou na hora da rendição de divisão alemã. Para Paulo Nunes da Silva, 86 anos, a rendição foi uma escolha.

Na versão do veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB) Paulo Nunes da Silva, 86 anos, a II Guerra Mundial – que há 70 anos registrava sua batalha inicial – ganha um capítulo que não está nos livros de história. Para ele, a rendição de uma divisão alemã às tropas brasileiras que estavam na Itália foi uma escolha.

Hoje, quando fala sobre o conflito, o gaúcho faz questão de não lembrar das cifras, das datas, dos lugares exatos e de todo detalhe capaz de despertar as lembranças amargas. Prefere não falar sobre o sofrimento trazido pela guerra que teve sua primeira batalha no dia 1º de setembro de 1939 e se arrastou até 1945, deixando cerca de 50 milhões de pessoas mortas.

Mais do que isso, evita lembrar dos horrores perpetrados durante o ma…