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Mostrando postagens de Novembro, 2014

Sinais de advento na Alemanha

A DW fará um especial de natal dos principais locais de turismo na Alemanha, acompanharemos por aqui.
Uma caneca de Glühwein (vinho quente) e um passeio de carrossel: sinais de que o Advento, período que antecede o Natal, começou na Alemanha. O mercado de Natal de Nuremberg é o mais famoso da Alemanha. Todo ano, cerca de dois milhões de pessoas visitam as barracas na praça principal da cidade, na Baviera. O mercado natalino é tradição desde o século 17.

Natal, luz e emoções

Já falei que a magia do natal me encanta muito antes da data oficial, e hoje a um mês  de comemorar esta data tão especial, começo a fazer uma retrospectiva de alguns artigos que já escrevi e algum material complementar.
Uma das mais belas fábulas é do bonequinho do Quebra Nozes, retratado em A magia do Natal no quebra-nozes;
"... O utensílio-enfeite foi baseado em uma ilustração do conto O rei Quebra-Nozes e o pobre Reinhold, escrito por Heinrich Hoffmann em 1851. Esse conto de Natal relata a história de um menino enfermo que, em seus sonhos, é levado por um quebra-nozes a um mundo repleto de brinquedos. Ao acordar pela manhã, a criança encontra os brinquedos de seus sonhos junto ao pinheirinho de Natal e recupera a saúde.
O conto de Hoffmann foi o primeiro a relacionar a figura do quebra-nozes ao Natal – relação que se mantém firme até os dias de hoje, em que já não é possível pensar em natal sem ele... "

Parlamento alemão debate eutanásia ativa

Parlamento alemão debate pela primeira vez a legalização da eutanásia ativa. Para o jornalista da DW Fabian Schmidt, contudo, a resposta é clara: um "sim" ao suicídio teria consequências devastadoras para a sociedade.
Ninguém pode impedir que uma pessoa decidida e fisicamente apta tire a própria vida. Mas não pode jamais ser a função do médico participar desse ato. Sua função é preservar vidas e saúde – e assim deve continuar sendo. 
Defensores da eutanásia ativa postulam que poupa-se grande sofrimento aos pacientes terminais, de câncer, por exemplo, se eles próprios podem determinar "livremente" o momento de seu passamento. 
Eles usam como argumento o direito a uma morte "digna", à qual opõem a supostamente fria e impessoal medicina dos aparelhos, a existência vegetativa até uma morte postergada e dolorosa. Porém quão "livremente" uma pessoa doente de morte pode realmente tomar uma decisão dessas? 
Mesmo aqueles em plena posse de suas faculdade…