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Mostrando postagens de Setembro, 2009

Escritora de Novo Hamburgo lança livro romanceado sobre imigração alemã

Liti Belinha Rheinheimer lançará nesta quinta-feira, 01 de outubro, o livro “Casa de Órfãos”, segundo volume da trilogia “O Campanário do Tempo”.

Uma sessão de autógrafos, marcada para as 18h, no Centro de Eventos do Hotel Swan Tower Hotel Novo Hamburgo, RS, marcará a apresentação do novo livro.






Casa de Órfãos, um romance histórico

Neste volume ela aborda, sempre de forma romanceada, o que prende o leitor, a miscigenação das raças no Rio Grande do Sul, a partir da instalação dos alemães na região do Vale do Rio dos Sinos.

Neste volume, a autora fala dos filhos daqueles que vieram da distante Europa. Criados na selva, entre irmãos de várias raças e sangues, já nem mais conhecem a Europa, nem o mar; apenas sabem de suas origens pelos relatos dos pais. A vida na colônia alemã é dura, e o encontro esporádico com pessoas de outros lugares faz com que os grupos sejam muito restritos. Então inicia-se o processo de miscigenação com outras raças.

O lançamento acontece três anos após a apresentação …

Museu Histórico Visconde de São Leopoldo festeja

Dr. Marcos Witt: "A festa dos 100 anos estará garantida"

Museus são locais onde fica guardada a história de uma cidade, de uma região, de um povo. O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, criado em 1959, conta como se formou nossa região que foi construída principalmente pelos imigrantes vindos da Alemanha. Milhares de estudantes visitam o museu todo o ano para conhecer mais sobre o nosso passado.

São Leopoldo, RS - O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo, da cidade de São Leopoldo, berço da imigração alemã no RS, comemora 50 anos neste 20 de setembro já projetando seu futuro com a ampliação que prevê praticamente a duplicação do espaço. A nova área construída prevê 823 metros quadrados. Fundado em 1959, museu ganhou uma sala na antiga sede da Unisinos, e, depois, foi para uma casa na Rua Independência, 111 (sede do antigo Clube Riograndense), e desde 1985 está no prédio da Avenida Dom João Becker, 491. O prédio de dois andares, com 860 metros quadrados, ficou pequeno pa…

São José do Hortêncio - RS - II

Panorama da Cidade, obtidos a partir da estrada de acesso pelo lado sul da cidade


Panorama da Cidade, obtidos a partir do morro que circunda a cidade pelo lado norte casa de colono pioneiro, em estilo renano

Novas histórias para a cidade onde o pioneiro Leonhard Volz estabeleceu-se no Rio Grande do Sul.

O município de São José do Hortêncio faz parte da "velha colônia" alemã, e surgiu a partir da "interiorização"  do processo de colonização alemã,  iniciada na Feitoria do Linho Cânhamo, em São Leopoldo, nos idos de 25/07/1824.

Originalmente era conhecida como "Linha Portuguesa"; mais tarde, a ocupação do Vale do Caí avançou melhor pelo outro lado do morro, junto ao Rio Caí, usando como base de apoio o porto de São Sebastião do Caí, que por muito tempo constituiu município-mãe de São José do Hortêncio, até que se emancipou em 1988. 

A cidade ainda preserva características originais, principalmente a de ter uma longa rua principal, que constituía a an…

Veterano da FEB

OS 70 ANOS DA II GUERRA. O olhar gaúcho sobre o conflito. Veterano da Força Expedicionária Brasileira diz que lado humano das nossas tropas pesou na hora da rendição de divisão alemã. Para Paulo Nunes da Silva, 86 anos, a rendição foi uma escolha.

Na versão do veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB) Paulo Nunes da Silva, 86 anos, a II Guerra Mundial – que há 70 anos registrava sua batalha inicial – ganha um capítulo que não está nos livros de história. Para ele, a rendição de uma divisão alemã às tropas brasileiras que estavam na Itália foi uma escolha.

Hoje, quando fala sobre o conflito, o gaúcho faz questão de não lembrar das cifras, das datas, dos lugares exatos e de todo detalhe capaz de despertar as lembranças amargas. Prefere não falar sobre o sofrimento trazido pela guerra que teve sua primeira batalha no dia 1º de setembro de 1939 e se arrastou até 1945, deixando cerca de 50 milhões de pessoas mortas.

Mais do que isso, evita lembrar dos horrores perpetrados durante o ma…