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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

A magia do Natal no quebra-nozes

O natal já passou, mas o encantamento ainda me envolve até o final do ano, são histórias e músicas que ressoam na minha alma.Uma das mais elas histórias de natal é o Quebra Nozes.

De um simples utensílio para descascar nozes e avelãs, o soldadinho de madeira tornou-se um dos enfeites de Natal mais famosos da Alemanha, há algumas décadas, o utensílio de madeira tornou-se um dos principais enfeites de Natal na Alemanha, com lugar garantido na decoração. Velas, presépios e pinheirinhos podem ser típicos, mas nenhum é tão genuíno quanto o quebra-nozes, sempre caracterizado de soldadinho.

O utensílio-enfeite foi baseado em uma ilustração do conto O rei Quebra-Nozes e o pobre Reinhold, escrito por Heinrich Hoffmann em 1851. Esse conto de Natal relata a história de um menino enfermo que, em seus sonhos, é levado por um quebra-nozes a um mundo repleto de brinquedos. Ao acordar pela manhã, a criança encontra os brinquedos de seus sonhos junto ao pinheirinho de Natal e recupera a saúde.

O conto d…

Ein frohes Weihnachtsfest und alles Gutes zum Neuen Jahr

Ou em bom português, UmFeliz Natal etudo de bom parao Ano Novo
São os votos do Blog, que procura trazer um pouco da Alemanha para vocês leitores, e para todos os amigos que nos prestigiaram no ano.


Os revolucionários irmãos Grimm

Eles não apenas coletaram contos de fadas, mas também estudaram a língua alemã, estabelecendo assim as bases da germanística. Por seu estilo provocador e seu pioneirismo, foram uma pedra no sapato dos eruditos de então. 
Os irmãos Grimm tinham uma visão: eles queriam preservar um pedaço da história cultural alemã, que na ocasião ameaçava desmoronar. No início do século 19 ainda não havia uma unidade alemã, e dominavam a instabilidade política, as lutas pelo poder e as conquistas militares. Isso perturbava Jacob e Wilhelm Grimm. 
Eles queriam uma nação unificada, um espírito de unidade entre o povo. 
Eles começaram então a explorar sua língua pátria e a recolher contos populares e mitos antigos, criando assim um campo de investigação desconhecido na época. Escreveram centenas de obras, incluindo marcos históricos, como o Dicionário Alemão, a Mitologia Alemã e a Gramática Alemã.
Fonte: DW

Existe azar ou sorte? Glückspilz

A Deutsche Welle , respeitável grupo de comunicações da Alemanha, promove em sua página da web (http://dw.de) , "Palavra da Semana". A desta é Glückspilz, a explicação abaixo:

"Existe azar ou sorte? Podemos influenciar os fatos do cotidiano? Difícil responder objetivamente. Fato é que para algumas pessoas tudo parece dar certo. Elas sempre encontram uma vaga para estacionar o carro, escolhem sempre a fila que anda mais rápido, vira e mexe encontram dinheiro no chão. Em alemão, essas pessoas são chamadas de 'Glückspilz' (Pilz = cogumelo, Glück = sorte)."

Era uma vez, festivais de narrativas e de contos de fadas na Alemanha

No ano em que os “Contos infantis e domésticos” dos Irmãos Grimm, conhecidos em português como “Contos de Grimm”, comemoram seu segundo centenário, os festivais dedicados a narrativas e contos de fadas alcançam uma imensa popularidade. Mas o que é exatamente um festival de narrativas? E qual é a função dos contos de fadas nos dias de hoje?
Autores famosos, entrevistas, sessões de autógrafos: há toda uma organização profissional para eventos literários na Alemanha. Enquanto a encenação da literatura no palco já se tornou praxe em festivais realizados em Hamburgo, Berlim e Munique, a dos festivais de narrativas e de contos de fadas tem uma outra tradição. 
Aqui, autores famosos não têm lugar, pois quem está no foco das atenções é a história – e a maneira como é contada. Era uma vez... em 1997 No verão de 1997, Regina Sommer fundou em Aachen o Zwischen-Zeiten (Entre tempos), um dos primeiros festivais de narrativas de grande porte da Alemanha. Sendo ela própria narradora de …

Árvore de Natal já foi pomo da discórdia entre católicos e protestantes

Durante séculos, o símbolo natalino foi distintivo entre católicos e protestantes, estes inicialmente depreciados como adeptos da "religião da árvore de Natal". No século 19, o costume se tornou transconfessional. 
A aconchegante cena faz bater mais forte os corações dos protestantes da Alemanha: Martinho Lutero sentado, ao lado de sua família, numa confortável sala, em torno de uma pequena árvore de Natal decorada.
Lutero e família na noite de Natal de 1536, em Wittenberg: assim o artista Carl August Schwerdgeburth, de Weimar, intitulou sua gravura (imagem ao lado) . Porém o quadro que o tornou conhecido no século 19 não passa de uma mentira.
Difundida pela guerra
"Lutero jamais se sentou sob a árvore de Natal", sentencia o etnólogo Alois Döring, de Bonn. Pelo contrário: o reformador alemão nem mesmo conhecia esse símbolo, pois os primeiros registros de uma festa com um pinheiro decorado remetem ao final do século 16, quando a autoridade de uma localidade…