23 de dez de 2011

Era 24 de dezembro de 1818 em uma pequena vila austríaca chamada Oberndorf, poucas horas antes do Natal o  pastor Joseph Mohr teve que improvisar uma forma alternativa de fazer que sua  cerimônia de natal não fosse perdida .  

Seus planos musicais para o culto na igreja à noite foram arruinadas já que o órgão de sua igreja (São Nicolau Kirche) havia quebrado recentemente devido a uma inundação recente do rio nas proximidades. 

O que ele poderia fazer? Em um momento de inspiração, ele agarrou um poema de Natal que ele havia escrito dois anos antes e rapidamente partiu para a aldeia vizinha, onde seu amigo Franz Gruber, o organista de igreja, vivia. 

Acredita-se que Franz Gruber foi capaz de produzir em que noite, em apenas poucas horas, a primeira versão do hino de Natal do mundo renomado "Stille Nacht", escrito como um acompanhamento da guitarra. 


Acompanhem a música no vídeo abaixo 



 

22 de dez de 2011


Para os descendentes de alemães esta época de natal, nada mais significativo que as tradicionais canções, colocarei (hoje e amanhã) as minhas preferidas: O Tannenbaum (Pinheirinho de Natal) e Stille Nacht (Noite Feliz).

A árvore de Natal moderna surgiu na Alemanha e suas primeiras referências datam do século 16. Para os alemães, independentemente da religiosidade de cada um, a árvore de Natal é um símbolo de paz, tranqüilidade e introspecção. Quando se pergunta às pessoas sobre o motivo de tal ligação com o pinheiro natalino, a resposta é quase sempre a mesma: o Natal é uma festa das crianças. E dela faz parte a árvore, que alegra as crianças. Para os adultos, o pinheiro enfeitado suscita ternas recordações da infância… 
 
(fonte: Deutsche Welle

Claro que não basta apenas falar, vamos ouvir a canção na voz dos tenores Placido Domingo, José Carreras e Luciano Pavarotti (vídeo abaixo)

3 de nov de 2011


O mais legal de estudar a história de nossos ancestrais e claro sentir prazer nisto, é descobrir fatos que muitas vezes justificam a famosa frase : "se isto não acontecesse eu não estaria aqui". Então vou começar a contar histórias deste "povo", começando pelos Neufang, mais tarde falo como eles entram na história dos Volz.

Começamos pela história que envolve uma familia nobre européia, com forte vinculo no Brasil, a Casa dos Habsburgo da qual descendia a primeira imperatriz do Brasil : Dona Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena ou apenas Dona Leopoldina, de quem todos conhecem (ou pelo menos a maioria já conhece a história).

Agora vamos conhecer a trajetória de Ruprecht Neufang :



 
O Vale Gastein (foto acima) foi no principado eclesiástico controlada pelo arcebispo de Salzburgo, limitada a oeste pela Baviera e no leste do Império Habsburgo. A Paz de Augsburgo, em 1555 criou uma pausa temporária no tumulto das guerras entre católicos e protestantes, e Sacro Imperador Maximiliano II (1527-1575) foi relativamente tolerante com os protestantes.

Seus sucessores variado em suas lealdades, resultando eventualmente na Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que devastou a Europa central, destruindo a terra e até 50% das populações rurais. Não se sabe direito qual lado os Neufangs apoiaram neste conflito, já que eram partidários iniciais da Reforma do Principado Católica de Salzburgo. A Paz de Westphalia em 1648 estabeleceu uma religião local com base no estatuto dos governantes de uma região em 1624.

O arcebispo, em seguida, começou a "limpar" seu território de dissidentes. Ruprecht ouviu das áreas da Alsácia-Lorena e Sarre, oficialmente atribuído a França católica, mas com uma secular tradição de tolerância religiosa. Não sabemos se ele emigrou com a morte de seu pai, ou em sua companhia, mas ele se estabeleceu em Steinbach, Distrito de Ottweiler, no Principado de Saarbrücken. Porque Steinbach ainda não tinha uma igreja, eles adotaram a Evangelische Kirche (Igreja Luterana) em Ottweiler. (¹)

Gostaram da história ? Então aguardem que tem mais por vir...
(¹) - Site da familia Neufang

22 de set de 2011

Jacobina Mentz Maurer
Falar sobre os Muckers tem sido uma grande fonte de pesquisa para historiadores e genealogistas, visto que o episódio envolvendo o casal João Jorge e Jacobina Maurer é de uma riqueza impressionante. 

Já falamos aqui no blog sobre este intrigante casal, de cuja familia temos ascendentes comuns. João Jorge Maurer era filho de Carl Maurer e Maria Barbara Volz, esta por sua vez era irmã de meu trisavô materno Jacob Voltz.

Agora é a vez dos psicológos tentarem entender o movimento Mucker. Em interessante artigo, a Psicóloga Clínica e Mestre em Ciências da Religião Heloisa Mara Luchesi Módolo fala sobre os  delírios religiosos como possibilidade de estruturação psíquica :

"Foi no Rio Grande do Sul, especificamente na atual cidade de Sapiranga que, entre os anos de 1870 a 1874, desenrolou-se um fenômeno religioso único no Brasil: um movimento messiânico milenarista (1) protestante, que se deu num grupo étnico bem definido, composto por imigrantes alemães, e que foi liderado por uma mulher, Jacobina Mentz Maurer. Teve um final trágico, pois os colonos envolvidos - e que se tornaram conhecidos como os Mucker - foram atacados e perseguidos. Alguns fugiram, os líderes foram executados pelo exército imperial e enterrados, todos juntos, numa vala comum.

Morta Jacobina, com apenas 32 anos, poderíamos imaginar que o movimento Mucker estava definitivamente encerrado. Mas o fenômeno Mucker, com suas histórias e mitos, ainda continuou a existir nos relatos, nos jornais, na memória e no imaginário do povo, repercutindo de tal forma durante muitos anos, que não seria honesto dá-lo por finalizado simplesmente com a morte da sua líder.

Há documentos que relatam perseguições aos poucos Mucker sobreviventes e a seus familiares vinte e quatro anos após o fim do movimento. Ainda se atribuía aos Mucker qualquer assassinato ou acontecimento estranho que ocorresse na região. Edições de um jornal de Sapiranga que datam de 1956, oitenta e dois anos depois do ocorrido, colaboraram para a continuidade das informações distorcidas, e essas representações negativas contribuíram para a formação de um imaginário coletivo que legitima os Mucker como os verdadeiros e únicos culpados de todos os acontecimentos.

Alguns acadêmicos, no desenvolvimento de suas pesquisas sobre o movimento, sentiram enorme dificuldade e em alguns casos total impossibilidade de entrevistar familiares de Mucker que ainda vivem na região.


Todos esses fatos denotam como essa “ferida” histórica se manteve viva, mesmo depois de tantos anos. O mito perpetuou-se através do tempo, e segundo a historiadora Janaina Amado, até hoje é um assunto maldito e sinônimo de horror e vergonha para muitos.

Conscientes do sofrimento que essas visões parciais e distorcidas causaram ao longo dos anos nessas pessoas e nessa comunidade, evidenciaremos aqui uma outra face dessa história: o lado “bem dito” dos Mucker..."

Para ler a integra do artigo, clique no link a seguir O lado “bem dito” dos Mucker

21 de ago de 2011


Desde a antiguidade os germânicos mantiveram uma estreita relação com as árvores. Além de criarem um verdadeiro espaço social com sua sombra e sua beleza, elas proporcionavam frutos, virtudes terapêuticas, atração para os insetos e as aves, madeira para a construção de casas e lenha para o fogo nos invernos rigorosos. 

Mas não era apenas isso: em todas as interpretações, o simbolismo é impressionante. Na árvore estão a vida em movimento perpétuo, a regeneração constante (partes dela estão continuamente morrendo e renascendo) e a busca permanente de evolução (dada a sua ascensão vertical em direção ao alto). 

Além disso, a árvore estabelece uma comunicação completa entre os três níveis do universo: o mundo subterrâneo, alçançado por suas raízes que se infiltram nas profundezas em busca de água, o mundo da superfície, onde estão o seu tronco e os seus galhos, e o supramundo, alcançado pela copa e pelos ramos superiores. A importância como símbolo também está no fato de sintetizar em si a idéia completa do cosmo, uma vez que todos os elementos estão nela reunidos: a água que flui em seu interior, a terra que se integra em seu corpo pelas raízes, o ar que alimenta as folhas e o fogo obtido na fricção de sua madeira. 
 
         O carvalho (designação das espécies do gênero Quercus) é a árvore mais magnífica e mais rica em significados. Um símbolo da sabedoria e da força física e moral, com o seu tronco robusto e as suas folhagens espessas, o carvalho representa a árvore por excelência, o centro e o eixo do mundo. O carvalho alemão é o "Deutsche Eiche" ou "Stieleiche" (Quercus robur) que teve uma íntima relação com o povo germânico desde idades não registradas que se perdem no tempo. Nas antigas tradições alemãs, esta árvore era sagrada devido à sua longevidade: podendo viver mais de mil anos e produzindo uma madeira das mais fortes e resistentes do mundo, só podia ser merecidamente reconhecida. O carvalho, em todos os tempos e lugares, foi sinônimo de força: esta é a impressão clara que sua árvore na idade adulta transmite. 

         Desde muito cedo os germânicos perceberam que, com sua majestosidade (mais de quarenta metros de altura), o carvalho era a árvore que mais atraía os raios. Por este motivo aceitaram que era uma espécie de morada dos deuses na terra e nele estava a ligação entre a terra e os céus. Estando em contato com os céus, certamente representava os deuses e de alguma forma tinha alguma influência mágica no sentido de controlar o tempo, os trovões e as tempestades. 

         Em épocas mais recentes o Stieleiche figurou nas moedas da Alemanha e muitos imigrantes luteranos alemães nos séculos XVIII e XIX, quando embarcavam em direção às Américas, ganhavam mudas desta árvore para plantarem nas novas pátrias. Atualmente está no euro alemão juntamente com a águia imperial e o portão de Brandemburgo. 

         Adotado desde tempos imemoriais pelo povos germânicos para representar a sabedoria e a renovação perpétua, um templo que ligava céu e terra, deuses e homens, o carvalho permanece até hoje como um extraordinário símbolo e um produto dos mais preciosos para a fabricação de bens duráveis. 

Fonte: da.dewort

17 de jun de 2011


 VÖLKERWANDERUNG / AUSWANDERUNGSWELLE

Os sobrenomes tipicamente alemães encontrados na Inglaterra, Holanda, Áustria, Luxemburgo, França, Itália e outros lugares da Europa, da Ásia e das Américas confirmam a grande dispersão que se processou através de muitos séculos e a manutenção do Alemão como língua materna mesmo depois de séculos em terras estrangeiras. 

 
No idioma alemão dá-se o nome de Völkerwanderung para a série de migrações de vários povos que ocorreu entre os anos 300 e 900 a partir da Europa Central e que se estenderia a todo o continente. No entanto, a dispersão de germânicos por meio de contínuas migrações para todas as direções continuou no transcorrer dos anos até os dias de hoje. Nos séculos XVIII e XIX, a grande onda de migração, denominada Auswanderungswelle, foi principalmente para as Américas. 

 Existem regiões européias onde sobrenomes germânicos ocorrem como resultado de circunstâncias históricas específicas. Entre estas regiões estão Siebenbürgen (Sete Castelos), um território na Transilvânia, localizado nos limites da moderna nação da Romênia. Por volta do ano de 1150, numerosos colonizadores alemães ali se estabeleceram. Foram denominados pelos nativos como “saxões”, um termo aplicado a todos os germânicos pelos povos dos Balcãs. E isto ocorreu um século antes da fundação de Berlim. 

 Sobrenomes alemães também podem ser encontrados na Rússia e na Ucrânia. Já no século XIII, em seguida à invasão mongol, as autoridades da Ucrânia e da Rússia recrutaram mercadores e artesãos germânicos para revitalizar as cidades devastadas pelas hordas asiáticas. 

Sempre houve fluxos migratórios para o leste europeu, dadas as lacunas habitacionais. Os que migravam continuavam falando Alemão e vivendo a cultura alemã. Mais tarde, no século XVIII, a convite da imperatriz Catarina, a Grande, mais colonizadores germânicos estabeleceram-se nas férteis terras banhadas pelo rio Volga. 

Enquanto alguns alemães aprenderam a língua local e adotaram costumes eslavos, muitos se mantiveram como alemães, vivendo em cidades de língua alemã com nomes alemães, freqüentemente sob o sistema legal conhecido como “Magdeburg Lam”, tomado da cidade alemã de Magdeburg. 

Também na direção do Báltico, a partir do século XII, aventureiros, mercadores e missionários alemães eram bem ativos e a influência alemã era refletida em diversos sobrenomes encontrados pela Pomerânia, Letônia, Lituânia e Estônia. A Alemanha medieval foi o berço de muitas cidades dinâmicas e independentes, onde as classes governantes eram formadas de abastados mercadores e profissionais dos mais diferentes ramos.

A GRANDE DIÁSPORA ALEMÃ

Conforme estas migrações se desenvolviam, a cultura alemã ia se difundindo através da Europa. No entanto, o idioma foi se desenvolvendo de forma desigual, em muitas localidades que não tinham ligação entre si, por isso não é falado do mesmo modo e existem tantas tendências regionais, tantas particularidades e tantos dialetos. 

Esta grande diáspora de germânicos pelo mundo por um período de tempo tão prolongado provocou separações, cortou laços familiares e marcou profundamente na alma alemã os sentimentos de saudade e o anseio básico que o descendente sente em ter contato com outros descendentes, bem como a sensação que os D.As. (Descendentes de Alemães) deveriam ser mais unidos. Também explica a presença habitual da palavra Heimat na música alemã. 

29 de abr de 2011

Já havia escrito aqui no blog sobre as origens germânicas da familia britânica , nesta sexta-feira, a A rainha Elizabeth II da Inglaterra concedeu ao príncipe William nesta sexta-feira o título de duque de Cambridge, o mais alto da nobreza britânica, anunciou o Palácio de Buckingham, residência oficial da família real. 

O primeiro duque de Cambridge também era alemão, o Príncipe Adolfo Frederico de Hanôver (foto) ,  (Palácio de Buckingham, Londres, 24 de fevereiro de 1774 — Cambridge House, Piccadilly, 8 de julho de 1850), membro da família real britânica, sendo o décimo dos 15 filhos do rei Jorge III do Reino Unido e de Carlota de Mecklenburgo-Strelitz. 

Era tio da lendária Rainha Vitória (que por mais tempo permaneceu a frente do trono do Reino Unido). 
       

23 de abr de 2011

Ovos pintados: costume alemão
Há séculos, famílias de diversas partes do mundo celebram a maior festa do Cristianismo de maneira parecida. No sábado, com a missa da Vigília Pascal seguida da queima simbólica do Judas e, no domingo, através da missa de Páscoa e da busca por ovos coloridos no jardim.

A tradição de pintar, decorar e presentear os ovos já existia desde os primórdios do Cristianismo.

"Antigamente, era comum pintar os ovos apenas de vermelho, para simbolizar tanto a cor do sangue de Cristo quanto a do amor que ele nutria pela humanidade. Isso ainda é assim na Igreja Ortodoxa", conta pesquisador de costumes Alois Döring, de Bonn. "E a decoração servia para distinguir os ovos bentos dos não bentos durante a Páscoa."

Com o passar do tempo, diversos outros costumes foram criados em torno do ovo, como por exemplo, a brincadeira de escondê-los. Segundo Döring, estes continuarão existindo. Afinal de contas, já estão definidos os feriados de Páscoa para os próximos séculos. "O famoso matemático [Johann Friedrich Carl] Gauss desenvolveu uma fórmula para calcular a data da Páscoa nos próximos dois mil anos. Quem souber como usá-la, pode saber em que dia cairá a Páscoa no ano de 3575."

Mas muitos nem querem saber disso. O importante é que a Páscoa vem sendo celebrada há 1.684 anos no primeiro dia de lua cheia depois do início da primavera europeia, isto é, entre os dias 22 de março e 25 de abril. Ou seja, quando os coelhos voltam a saltitar pelos campos.

(texto de autoria de Sabine Damaschke - Revisão: Soraia Vilela)
publicado no site da Deutsche Welle

12 de fev de 2011

A Alemanha tal como conhecemos foi um processo lento e gradativo desenvolvido ao longo do século XIX, foi consolidado por Otto Von Bismarck. O espaço territorial germânico era constituído por 39 Estados diferentes reinos, ducados e cidades livres, que apenas tinham em comum a mesma raiz linguística (o alemão) e a mesma base cultural. 

Único (suposto) retrato disponível de Störtebeker,
No meio de todos estes estados, acabam por ter suas lendas e histórias, a quero contar hoje tem a ver com Hamburgo, cidade do extremo norte da Alemanha. A lenda é sobre o mítico Störtebeker  ou Nikolaus StorzenbecherEle foi pirata. Ele roubou dos ricos. Ele foi degolado e mesmo assim saiu andando depois libertando prisioneiros.  
Junto a outro pirata famoso, Gödeke Michels, Störtbeker fundou o grupo Vitalienbrüder. O objetivo? Roubar navios e comprar comida para o povo da cidade de Estocolmo, que na época era território alemão e encontrava-se bloqueada por conta de uma guerra contra a Dinamarca. A fama de "paizão dos pobres" do pirata era legítima: ele não levava a mais por ser capitão do time e sempre fazia questão de dividir os pertences ir-ma-men-te entre os submissos!
Ao ter sido capturado, Störtebeker e mais 73 prisioneiros piratas foram sentenciados à guilhotina. Störtebeker perguntou, então, ao prefeito de Hamburgo, se ele poderia libertar os prisioneiros, caso conseguisse dar uma voltinha depois que a cabeça fosse decepada. Promessa feita, o pirata ainda conseguiu percorrer 12 metros, coitado. Infelizmente o prefeito não cumpriu o trato. Até hoje deve puxar correntes...
Referencias:
Tamine Maklouf - Die karambolage

23 de jan de 2011

O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...
Mário Quintana
Aproveitando a frase do Quintana para mostrar a nossa resistência em continuar "cultuando" valores alemães, trazidos aqui pelos imigrantes na sua jornada épica cruzando o Oceano e vindo para a "terra brasilis".  E estes ensinamentos mantidos de pai para filho, de geração em geração, modificou muito ao longo do tempo, sofrendo interferencia da convivência com novas culturas e povos. 

Mas ainda assim, muitos dos costumes, expressões, dialetos, festas  continuam vivos na alma e no dia a dia de nossos descendentes.

E o povo se mantem na memória dos museus, da palavra falada, dos material audiovisual e todo o objeto que o faça lembrar que, sim , ele é alemão, mesmo que tenha nascido em outro país.

Achei interessante divulgar este trecho do artigo da Deutsche Welle sobre as fontes de pesquisa da genealogia alemã:

Martin Luther by Lucas Cranach the Elder, pain...Martin Luther - Image via WikipediaUm site da Paróquia Martin Luther traz informações sobre os primeiros pastores protestantes vindos da Alemanha e as primeiras comunidades evangélicas que deram origem à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Ele contém ainda a relação dos navios que trouxeram imigrantes alemães ao Brasil entre 1824 e 1830 e um "mural dos antepassados".

O Colégio Alemão de Genealogia e a Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia, por sua vez, congregam vários estudiosos da imigração. Esta lista ficará necessariamente incompleta, uma vez que as fontes são muitas. Mas no tocante à internet, é digna de nota a Brazilgenweb, que promete as "mais completas dicas de genealogia na internet" e cumpre realmente.

Seu projeto Imigração Alemã  traz uma cronologia da colonização alemã desde Nova Friburgo e Ilhéus (1818), passando por vários estados brasileiros, páginas dedicadas às colônias, relação de famílias alemãs com suas histórias na rede e vários links para quem quiser conhecer mais detalhes da história da imigração e procurar suas raízes alemãs.

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